Os financiamentos imobiliários atingiram R$ 11,7 bilhões em agosto de 2020. O montante é 74,4% maior no comparativo com o mesmo mês do ano anterior — quando não havia pandemia do novo coronavírus.

O que não é mera coincidência. A crescente vem desde abril deste ano, depois de uma desaceleração no início de 2020. E já falamos aqui os vários fatores que impactaram no aumento do financiamento.

Entre eles estão uma mudança de comportamento por parte dos moradores, que com o isolamento social descobriam novas necessidades para o lar. Há também o fato do setor de construção civil estar seguindo ativo e, principalmente, as quedas consecutivas da Selic.

No patamar histórico mais baixo, de 2% ao ano, a taxa básica de juros refletiu na taxa das principais instituições bancárias. A Caixa Econômica Federal, que detém a maior parcela dos financiamentos habitacionais, inclusive anunciou nova redução que começou a valer para novos contratos desde 22 de outubro.

Isso deve fazer, portanto, com que a crescente se mantenha. E é uma ótima oportunidade para quem quer adquirir uma casa própria — ou até mesmo investir em imóvel. Se você tem dúvidas sobre como se dá o financiamento imobiliário e qual o melhor lugar para comprar sua casa, acompanhe o post até o fim.

Financiamentos imobiliários: como funcionam 

Os financiamentos imobiliários funcionam como um empréstimo. Após assinatura de contrato, a instituição bancária paga para o vendedor do imóvel a quantia necessária para que o comprador possa quitá-lo e, assim, se mudar para o novo lar. Depois ele vai abatendo a dívida em parcelas mensais, geralmente pagas por vários anos.

Atualmente há diversas instituições bancárias que oferecem financiamentos. O que difere entre eles são as taxas de juros cobradas, as condições de pagamentos, a duração dos contratos e o valor do imóvel negociado.

Mas é importante frisar que nenhum banco financia o valor total do imóvel. É preciso que haja uma entrada em dinheiro, que varia conforme o preço do imóvel e a quantidade de parcelas. Para saber o valor da entrada do imóvel, é possível fazer uma simulação em aplicativos disponibilizados pelos próprios bancos.

Na ferramenta são preenchidos dados como o valor total do imóvel, a renda mensal do comprador, idade, entre outros critérios como uso do FGTS, se é funcionário público, etc.

O simulador irá mostrar o montante de entrada exigido, o valor das parcelas mensais e a taxa de juros. Com isso, é possível comparar o resultado entre as instituições bancárias, escolher aquela que mais se adequa e dar início ao processo de liberação do crédito (dinheiro).

Assim que tiver ciência do valor disponível, é chegada a hora de escolher o imóvel em Valinhos que se adeque ao orçamento.

Por que comprar um imóvel em Valinhos?

É simples! Porque morar em Valinhos significa aproveitar o cotidiano pacato do interior sem perder a proximidade com grandes centros urbanos. É uma cidade segura, com pouco trânsito, custo de vida menor no comparativo às metrópoles e na qual é possível criar um círculo de amizade e ter qualidade de vida.

Ainda conta com educação de qualidade e está em localização privilegiada no Estado de São Paulo: a pouco mais de 10 km de Campinas, a 90 km de São Paulo, a 95 km de Sorocaba e a 18 km do Aeroporto Internacional de Viracopos.

Com tantas vantagens, a escolha por morar em Valinhos é certa. Mas aí surge outra dúvida: onde morar?

Condomínios fechados são a melhor escolha

Por mais que seja um município seguro como um todo, um condomínio fechado oferece ainda mais tranquilidade por contar com câmeras de segurança, portões eletrônicos e equipe treinada à disposição em tempo integral.

Mas há ainda outras vantagens em morar em condomínio em Valinhos, como privacidade e completa estrutura de lazer. Quer escolher qual mais se adequa às suas necessidades e estilo de vida? Conte com a Aguiar Imóveis para te ajudar nesse processo.

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