A pandemia da Covid-19 trouxe momentos de incerteza para todos os segmentos da economia brasileira. Seja por causa da recomendação de isolamento social, seja devido à falta de segurança com relação à saúde ou ainda por eventuais quedas no faturamento.

A diferença é que, para alguns setores, esse cenário foi bastante passageiro e abriu margem para oportunidades. É o caso do mercado imobiliário, que se aqueceu durante a pandemia, devido a uma série de fatores.

Entre eles estão a não paralisação da construção civil, as quedas das taxas de juros, os incentivos ao mercado imobiliário e a facilidade de acesso ao crédito. Tanto é que o segmento já é considerado a alavanca para a retomada da economia do país.

Investir em imóveis: agora é a hora

Então, para quem está pensando em investir em imóveis — ou concretizar o sonho da casa própria — e não sabe se esta é a hora certa ou se o ideal é deixar os planos para 2021, a dica é: compre o quanto antes. E vamos explicar por quê.

Taxa Selic na menor margem histórica

A taxa Selic, que já vinha sofrendo quedas consecutivas, chegou a mais uma margem histórica e está a 2%. E a projeção feita por economistas no relatório de mercado Focus é que esse porcentual será mantido até dezembro.

Para 2021, a estimativa é de 2,5%; para 2022, de 4,50% e, para 2023, de 5,5%. Claro que são projeções, mas mostram que o mercado prevê uma retomada — mesmo que aos poucos — dos índices da taxa básica de juros.

E o que isso tem a ver com o mercado imobiliário? Tudo. Quando a taxa Selic está baixa, as condições de financiamento ficam BEM mais vantajosas, porque as instituições financeiras também baixam suas próprias taxas de juros. 

Explicando em miúdos: se a Selic diminui, a procura por financiamento é estimulada, o mercado se aquece e as chances de adquirir um imóvel aumentam. Ficou claro por que 2020 é o ano ideal para a aquisição da casa própria?

E para investidores, a mesma lógica se mantém. Além disso, a Selic em baixa reflete em menor rentabilidade nas carteiras de investimento e a compra de um imóvel acaba sendo uma transação bem menos arriscada.

Mas atenção: não basta pesquisar só pela taxa de juros

Ao selecionar a instituição financeira mais vantajosa para o financiamento, é importante que o negócio seja visto não somente do ponto de vista da menor taxa de juros. Isso porque os planos de financiamento têm outros custos obrigatórios, como o dos seguros, e que também variam de banco para banco. O recomendado, portanto, é se ater ao valor do CET (Custo Efetivo Total) do financiamento, que resume todos os custos.

Carência de seis meses no financiamento

Uma outra vantagem para adquirir um imóvel ainda neste ano é que a Caixa Econômica Federal, instituição que detém a maior fatia de financiamentos, está concedendo carência de 180 dias para o início dos pagamentos das prestações.

O benefício é vigente durante a pandemia do coronavírus e válido para todas as linhas de crédito habitacional, em imóveis novos, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

Negociações mais flexíveis

A crise dos últimos anos e, principalmente agora, da pandemia do coronavírus, também deu mais flexibilidade às transações imobiliárias. Com a queda da demanda, a margem para negociação aumentou e quem quer comprar um imóvel agora tem ainda mais chances de fechar um excelente negócio.

Com as taxas de juros baixas, a parcela do financiamento também cai, o que facilita a aprovação do crédito em banco. Ou seja, é o momento mais oportuno para quem deseja concretizar o sonho da casa própria ou investir em imóveis.

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